terça-feira, 28 de julho de 2015

Em São Lourenço do Sul: Mais que uma escola, um cantinho da Pomerânia...


Projeto desenvolvido em escola do interior de São Lourenço do Sul valoriza e cultiva a tradição, fazendo do educandário um pedacinho da Pomerânia no Brasil

Se escola é lugar de aprendizado, no caso da Germano Hübner, na localidade de Santa Tereza, interior de São Lourenço do Sul, é lugar também de trocas culturais que fazem de alunos e seus familiares protagonistas de uma história de valorização e cultivo de antigas tradições pomeranas. O Projeto Pomerando vem gerando vários frutos eternizados em CD e livro.

  O trabalho foi implantado na escola de ensino fundamental em 2010 pelo professor de Educação Artística Danilo Kuhn ao perceber que grande parte dos alunos era de origem pomerana e, devido a sua descendência em comum, era também comum o interesse natural pelas próprias origens. “Me dediquei a aprender algumas palavras do pomerano e tive conhecimento de que se tratava de uma língua sem escrita naquela comunidade, transmitida de geração em geração apenas oralmente”, conta o professor, que também é musico e poeta. Incentivado por alunos e professores, Kuhn iniciou o Projeto Pomerando com as turmas de 6º a 9º ano, partindo da padronização simplificada da escrita, baseada na representação gráfica dos sons da fala dos alunos. Os primeiros dois anos de projeto foram registrados em um livro, o Projeto Pomerando: língua pomerana na escola Germano Hübner, publicado em 2012, e em trabalho científico publicado nos Anais do 19º Encontro da ASPHE, em Pelotas, em 2013, além de ter sido adquirido por pesquisadores e interessados de vários estados brasileiros e germânicos.

 Desde então, o projeto vem registrando vocabulário organizado por tipos de palavras e realizando estudos gramaticais. “Isso tem aproximado a comunidade escolar da escrita do pomerano de maneira facilitada, proporcionando um conhecimento maior de sua própria língua e oportunizando que a própria comunidade torne-se agente da preservação da sua cultura”, avalia o professor, que recebe ajuda de alunos, professores da escola, seus pais e avós.

 Em 2013, o projeto foi ampliado, passando também a resgatar tradicionais canções do folclore pomerano. “É importante salientar que o fato do pomerano ser utilizado na região apenas oralmente dificultou a preservação das letras de canções e contribuiu para que hoje em dia sejam poucas as canções pomeranas tradicionais que ainda têm lugar na memória da comunidade”, comenta o professor. Apesar das dificuldades, existem também canções pomeranas populares, muitas delas portadoras de elementos significativos. Algumas partes destas canções têm trechos que são reelaborados ou utilizados como embrião para o restante da composição.

 Em 2014, o Projeto Pomerando ganhou apoio do Programa Federal Mais Cultura nas Escolas, ampliando as possibilidades de coleta, catalogação e análise de canções. Os contos e brincadeiras tradicionais foram registradas em um CD e divulgados em rádios locais e de outras comunidades pomeranas no Brasil, como no Espírito Santo e Minas Gerais. Com o apoio do Musical Boa Esperança, o projeto tem levado as canções tradicionais para várias festividades.

 Para 2015, ainda sob o apoio do Mais Cultura, o Projeto Pomerando lançará seu segundo livro, Projeto Pomerando: língua (e cultura) pomerana na escola Germano Hübner, onde aprofundará questões sobre a proposta de escrita e disponibilizará aspectos da cultura pomerana expressos através de sua música, seus contos, e suas brincadeiras tradicionais.

Fonte: Jornal Tradição Regional.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

"Patenbrief" - Lembrança de Batismo...

   O "Patenbrief", ou Lembrança de Batismo é outro objeto muito utilizado pelo povo pomerano que era dado à cada um quando este era batizado. Os mais antigos objetos constituíam-se de pequenos envelopes atados com uma fita colorida. Dentro havia uma mensagem, geralmente escrita em alemão, e os dados: nome do afilhado(a), o nome do padrinho ou madrinha que havia presenteado. Junto era comum colocarem outros objetos que tinham um significado um tanto interessante. 
  Há relatos de que se o padrinho desejasse que o afilhado fosse um bom criador de porcos, deveria colocar um pelo de porco junto na lembrança de batismo; uma pena de galinha, seria para a afilhada ter sorte na criação. Uma agulha, consequentemente, para ser uma boa costureira. Se colocasse dinheiro, o afilhado seria um bom "guardador" e seria próspero nos negócios. Tudo isso era feito para expressar um desejo do padrinho de que o afilhado tivesse sucesso, numa determinada atividade. Essa prática de superstição acontece ainda hoje nas celebrações de batismo dos pomeranos. A lembrança de batismo é aceitável, e é um bonito gesto, porém em alguns casos a superstição vem junto. 
 
Ao padrinho eram reservadas algumas práticas supersticiosas que precisavam ser atendidas, como por exemplo: o padrinho não podia trocar de roupa ou de calçado no dia do batismo, caso contrário, o afilhado iria gastar muita roupa ou calçado. Atualmente, é comum encontrar as Lembranças de Batismo sendo usadas nas celebrações de Batismo. Hoje elas podem ser compradas em lojas de bazar.

domingo, 19 de julho de 2015

AS VESTES DO PASTOR ( Parte 4 )...

CASULA
 Do latim "casinha". Ela servia como capa para cobrir o corpo do viajante, semelhante a um pala gaúcho. As casulas litúrgicas de hoje são mais curtas e parecidas com a sobrepeliz branca. A casula é própria para os dias festivos como o Natal e Páscoa, e deve ser usada por cima de todas as vestes podendo ser confeccionada em todas as cores litúrgicas. Ela lembra que o ministro está debaixo da graça e ordem de Cristo. Na parte frontal, geralmente, ela tem uma cruz em forma de Y, onde os braços da cruz vão do peito até os ombros, atrás também possuem uma grande cruz. É pouco conhecida na IELB, mas nada impede que seja usada. Na imagem, pastor da IELB usando uma casula verde. 

Cristo no púlpito...

"Mas nós anunciamos o Cristo crucificado, uma mensagem que para os judeus é ofensa e para os não judeus é loucura." 1 Co 1.23

"Senhor, queremos ver Jesus" é o pedido que alguns gregos fizeram a Filipe. Foi também com esse pedido que certo pastor encontrou um bilhete em seu púlpito. Os ouvintes daquela congregação estavam fartos de ouvir discursos sobre política, economia, filosofia, e literatura, e nada de sermão com o Evangelho de Cristo. Os cristãos ansiavam, como aqueles gregos em Jerusalém, ouvir a Palavra de Deus, que falava de Jesus como o Salvador. Por isso, antes do culto, colaram um bilhete no púlpito com as palavras: Pastor, queremos ver e ouvir Jesus!

 O púlpito de hoje, não raras vezes, é pobre em oração, pobre em Evangelho, pobre na pregação do Cristo crucificado. Os pregadores são enviados por Deus; são embaixadores de Deus e devem pregar a Palavra de Deus.
 O século atual clama por pregadores como Paulo, Pedro, Estêvão, homens grandes em santidade, em fé, em amor, em convicção, em fidelidade. O púlpito é o trono de Deus, onde deve soar a voz do Senhor; é o altar de Deus, onde deve arder a mensagem do Cristo crucificado como única solução para uma humanidade em agonia, de todas as ordens.
 Paulo, o pregador de Deus, após a transformação sofrida junto às portas de Damasco, é um homem que só pensa, só vive e só prega Cristo. Os judeus, cegados em seu oco ritualismo, rejeitaram Jesus. Embriagados pelo sensacionalismo, avizinhavam-se de Jesus apenas para ver seus milagres. A cada passo, imploravam por sinais. Escandalizando-se com a sua pessoa e doutrina, rejeitaram-no. os gregos, ensoberbecidos com sua cultura filosófica, carimbaram os embaixadores de Deus de tagarelas e a sua mensagem de loucura. Deram as costas de Jesus.
 Paulo, o homem que sabia dizer o meu viver é Cristo e o morrer é lucro não se deu por vencido pelo escândalo dos judeus e a loucura dos gregos. Paulo ressalta um mas e afirma: Mas nós pregamos o Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios. E logo justifica por que, apesar de tudo e de todos, anuncia Jesus Cristo: Pregamos a Cristo, porque ele é o poder de Deus e sabedoria de Deus.
 Aos pregadores dos púlpitos de nossa Igreja, fazemos o grande pedido: Senhor pregador, nós queremos ouvir Jesus!

Devocionário Segue-me
LH pág. 206


quinta-feira, 16 de julho de 2015

AS VESTES DO PASTOR ( Parte 3 )...

ESTOLA
 É uma faixa vertical, usada sobre o pescoço que desce em duas partes sobre o peito e vai até abaixo do joelho. Ela lembra que o ministro está sob as ordens de Cristo e a serviço dele. Ultimamente, algo semelhante à estola tem sido usado por confirmandos no dia da Confirmação. Lembrando, porém, que ela é símbolo da ordenação, e só ordenados podem usá-la. O ideal é que se tenha uma para cada cor litúrgica. Existem também estolas multicoloridas que atendem a todos os períodos do Ano da Igreja. Estas, porém, têm pecado pelo excesso de cores e se tornando chamativas, destoando das demais vestes. 

sexta-feira, 10 de julho de 2015

CELI São Mateus realiza Culto pela Colheita e Confirmação...


A Comunidade Evangélica Luterana Independente São Mateus de Canguçu, realizou Culto de Ação de Graças pela Colheita e também a Confirmação de oito jovens no último Domingo 05/07. Os alimentos arrecadados foram repassados ao Hospital de Caridade de Canguçu.

Fotos: Maidana Idiarte/Canguçu em Foco

Culto de Ação de Graças...

  Todos os dias é tempo de agradecer a Deus por tudo o que ele nos dá. O culto de Ação de Graças, também chamado de Bênção da Colheita, que acontece geralmente entre os meses de maio a julho é um momento muito especial para agradecer e lembrar que tudo o que temos e recebemos vem de Deus.
 As comunidades cristãs celebram com uma liturgia apropriada, demonstrando assim, gestos de gratidão e solidariedade. Nas comunidades localizadas no meio rural, as pessoas levam os frutos da terra que plantaram e colheram e os colocam no altar. Nas comunidades urbanas, as pessoas doam envelopes com ofertas. Após a celebração cúltica, é comum as comunidades doarem os alimentos e as ofertas a alguma entidade como asilos e hospitais.O culto de Ação de Graças e Bênção à Colheita é um momento muito bonito em que a comunidade se reúne para louvar e agradecer as Bênçãos do Bondoso Deus que sempre nos acompanha. 


domingo, 5 de julho de 2015

Tempo Comum: Verde...

 As igrejas cristãs adotam o que chamam de Ano Litúrgico, ou Ano Eclesiástico, ou também Ano da Igreja para ordenar suas celebrações. O Ano da Igreja inicia com o 1º domingo de Advento e termina do Domingo da Eternidade.



Todos os períodos do "Ano da Igreja" têm seus significados e suas cores litúrgicas, as quais também têm sua simbologia.

 Por exemplo quem vai a um culto (em Igreja Luterana) observará que a estola (que vai sobre a alba) varia dependendo da época do ano, ou da celebração.
Os paramentos, tecidos que são colocados sobre o altar e sobre o púlpito, além do banner fixado na parede, evocarão a época em que os cristãos vivem no "Ano da Igreja".

 

 A cor verde é usada nos domingos 'Após Pentecostes', ou do Tempo Comum e nos dias da semana do Tempo Comum . O verde simboliza o crescimento e a esperança. Nesta época do Calendário da Igreja é utilizada do dia 31 de maio até 21 de novembro.
 As diferentes cores dos paramentos e das vestes litúrgicas têm o objetivo de manifestar exteriormente o período que se está celebrando na Igreja. Servem também para alertar o povo daquela denominação cristã, bem como os visitantes, a que se conscientizem de que a vida cristã não tem um modo único, fixo, imóvel de ser vivida perante Deus, mas que ela é dinâmica, vive épocas diferentes, para as quais as leituras bíblicas também darão ênfase ao que a IGREJA está celebrando naquele fim de semana, naquele período.

A memória Pomerana como tema de casa...

A cultura pomerana através dos utensílios: objetos doados resgatam parte da história.
Alunos da Escola Carlos Soares da Silveira redescobrem a própria história e a vida de seus antepassados através de uma iniciativa implantada no interior de Canguçu.

Na premiação oferecida pela FAMURS, em 2014, projeto canguçuense conquistou primeiro lugar dentre os 497 municípios gaúchos na categoria Museus, Patrimônio e Memória




 Nas taperas abandonadas ou na varanda das casas dos avós pode haver um tesouro escondido. É o que aprendem desde cedo os estudantes da Escola Municipal Carlos Soares da Silveira, localizada em Nova Gonçalves, zona rural do município.
 O despertar para uma nova consciência e a valorização da própria cultura fazem parte deste tesouro que começa a ser escavado e já rende boas conquistas à comunidade. A iniciativa “A cultura local reinventando o currículo escolar” busca promover uma ação educativa voltada à valorização da identidade do aluno na família, na escola, na comunidade e na sociedade, dentro da perspectiva de construção de um espaço de memória. O objetivo é que este espaço, construído por todos, possa concretizar o registro e a preservação do patrimônio cultural pomerano.

 Na prática, os estudantes, em turno inverso, realizam visitações a museus, propriedades rurais e taperas. Nessas moradias abandonadas foram encontrados objetos que, com o consentimento dos atuais proprietários, passaram a fazer parte do acervo do museu que a escola está construindo. Com o apoio técnico da Fundação Universidade Federal do Rio Grande (FURG), os alunos iniciaram uma atividade prática, manuseando os objetos doados pela comunidade. O trabalho consiste em catalogar dados referentes à história de cada artefato. Os monitores voluntários também aprendem sobre limpeza e catalogação das peças.

 A cada passo uma história pulsante vai fascinando os pequenos. Objetos que antes poderiam ser classificados como “ultrapassados”, agora são relíquias que ajudam a contar parte da história de um povo que começou a chegar ao Rio Grande do Sul na primeira metade do século XIX: os alemães e pomeranos. O cotidiano de tarefas inclui uma pesquisa realizada pelos estudantes em busca das origens de sua região e de seus antepassados. A cultura, os objetos, o patrimônio imaterial difundido nos costumes, o artesanato, a culinária típica da região, os gostos e saberes que formam um multifragmentado cenário rural. Tudo isso é tema de interesse para os curiosos olhos juvenis que constroem o conhecimento.

 No meio do caminho, os estudantes se encontram na própria história que pesquisam e escrevem. O campo de pesquisa não é apenas amplo, mas também familiar. As residências de pais, avós, vizinhos e parentes são o ponto de partida para a construção deste conhecimento que busca resgatar uma memória ameaçada.

 Uma das idealizadoras da ação é a professora Patrícia Kern. Formada em pedagogia, seu trabalho de conclusão do curso abordou as Festas do Colono realizadas no município. Depois, já na Escola Carlos Soares da Silveira, ela decidiu ampliar o trabalho e tratar sobre a cultura pomerana. “Resolvi dar sequência em função da minha pesquisa e, principalmente, estreitar os laços entre escola e a comunidade local”, conta.

Conquista
 No ano passado, a iniciativa foi vencedora da 4ª edição do Prêmio Cultura Famurs/Codic, que destacou ações culturais desenvolvidas pelas administrações municipais que tenham implantado ou executado atividades de estímulo ao desenvolvimento da cultura local ou regional. Canguçu foi vencedor da categoria Museus, Patrimônio e Memória. O projeto ficou em primeiro lugar entre os 497 municípios gaúchos.

Homenagem
 Durante as comemorações de 158 anos do município, a Escola Carlos Soares da Silveira foi homenageada pela Secretaria Municipal de Educação por seu papel na preservação da memória pomerana. A homenagem foi feita pela secretária de Educação, Ledeci Coutinho, durante a solenidade de abertura oficial das festividades. O trabalho desenvolvido na instituição já atraiu centenas de visitantes, incluindo uma comitiva latino-americana que veio conhecer de perto a iniciativa. A escola é dirigida atualmente pela professora Márcia Kern.

Fonte: Jornal Tradição Regional

Igreja em São Lourenço do Sul é reinaugurada...

   Um dos mais antigos e tradicionais templos religiosos de São Lourenço do Sul será reinaugurado neste final de semana, após meses de obras. A Igreja de Jesus, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), no Centro da cidade, passou por restauração e algumas modificações no ano em que completa 80 anos de fundação. A reinauguração terá show da Orquestra de Sopros formada por membros da Igreja de Porto Alegre e Ivoti, às 16h deste sábado (27). No domingo (28), às 15h, haverá culto festivo seguido de café colonial que será servido no salão da comunidade.
 As obras no prédio inaugurado em outubro de 1935 começaram em fevereiro deste ano. A principal motivação para a reforma foi uma infestação de morcegos no sótão da igreja. Com autorização e apoio do Ibama, os cerca de 2,5 mil morcegos foram liberados aos poucos. “Além disso, a igreja tinha alguns problemas, era preciso fazer uma restauração. O chute inicial foi por causa dos morcegos, mas juntaram-se vários fatores”, explica Antônio Norberto Cardoso, vice-presidente da comunidade.
 A igreja recebeu um novo telhado, totalmente reestruturado. Além do novo madeiramento, as telhas receberam limpeza e pintura e a forração também foi renovada. A ideia inicial era manter o forro exatamente igual, mas algumas manchas acabaram oportunizando modificações que agradaram. Ramas de parreira de uva e a rosa de Lutero foram pintadas no forro pelo artista lourenciano Zil. “Nossa igreja está linda”, comenta Ivanir Eichcholz.
 A Rosa de Lutero foi escolhida já para representar os 500 anos da Reforma Protestante e os ramos de uva representando a comunidade ligada a Jesus Cristo. Também foram pintadas as letras A (Alfa) e W (ômega), primeira e última do alfabeto grego. “Conforme a Bíblia, Jesus é o princípio e o fim”, explica o pastor Artur Pesser.
 Toda a fiação elétrica foi renovada, novas luminárias e mais um ar condicionado foram instalados e todo o templo, na área interna e externa, foi pintado. O piso foi trocado e os bancos restaurados. A principal modificação foi a retirada do púlpito que há décadas não era utilizado nas celebrações, abrindo assim mais espaço aos fiéis e também no altar. Houve também um cuidado especial com os vitrais que foram retirados por uma empresa especializada no trabalho, de Canoas. “Os vitrais nunca tinham recebido qualquer reparo. Há quem diga que eles vieram da Alemanha, mas não temos certeza disso”, comenta o vice-presidente da Comunidade, destacando que este foi um ponto que recebeu especial atenção nas obras e que agora os vitrais estão como novos.
 Satisfeita com o resultado do grande investimento, a presidente da Comunidade, Dulce Holz, avalia que a igreja está muito bonita, com as características originais, como na fachada, fiel a original, inclusive na cor. “Os vitrais estão lindos, restaurados para que mantivéssemos as características originais, foi um cuidado especial, uma decisão de coragem”, diz a presidente, convidando a comunidade a conferir o templo restaurado: “As pessoas tem que ver, a igreja está linda por dentro e por fora, só vendo para ter uma ideia”.

Fonte: Jornal Tradição Regional

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Florida I, II e III...

   É comum no meio luterano, comunidades terem a sua nomenclatura seguida do nome da localidade e um número. Porém, devido à sua organização ao longo da tempo, foi comum também que pertencessem à igrejas diferentes; como em Arroio do Padre. Lá temos a Comunidade de Arroio do Padre I que pertence à IELI, e a comunidade de Arroio do Padre II pertencente à IECLB. Esse caso é semelhante com o da localidade de Oliveira também no município  de Arroio do Padre; a Comunidade de Oliveira I pertence à IELI e a de Oliveira II à IECLB. Existem casos também das comunidades pertencerem à mesma Igreja, como é o caso de Bom Jesus I e II, Evaristo I e II. Isso acontece mas não por mais de duas comunidades.
 Na localidade de Florida, no 2° distrito de Canguçu temos um fato interessante com relação às comunidades luteranas.  São três comunidades que pertencem à mesma Igreja, a Igreja Evangélica Luterana do Brasil e são conhecidas pelo número que acompanha sua nomenclatura, Florida I, Florida II e Florida III. 

CEL "São Pedro" de Florida I

CEL "Cristo" de Florida II

CEL "Martinho Lutero" de Florida III